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Jovens, bombeiros, associações e autarquias disponibilizam-se para levar bens alimentares ou medicamentos a casa de idosos ou doentes, uma rede de solidariedade que cresce diariamente devido à Covid-19 e atravessa o distrito de Vila Real.

“A nossa população é maioritariamente envelhecida e muitas dessas pessoas vivem isoladas em aldeias onde não têm acesso à aquisição de bens essenciais. Para evitar que eles se desloquem e evitar a concentração de pessoas, os bombeiros disponibilizam um serviço diário de entrega de alimentos e medicamentos”, afirmou hoje à agência Lusa o comandante da corporação de Salto, em Montalegre.

Hernâni Carvalho explicou que o serviço é gratuito, feito pelos voluntários e que os bens são entregues em casa das pessoas para “permitir que fiquem seguros”.

A corporação criou uma linha específica para este serviço, para não comprometer os canais de socorro.

“As pessoas contactam-nos e mediante as suas necessidades nós agendamos a ida à farmácia e ao supermercado e a entrega”, referiu.

A prioridade é dada, salientou, “aos idosos que não têm nenhum suporte familiar e que estão mesmo isolados nas aldeias ou até na vila”.

No entanto, salvaguardou que serão também apoiadas pessoas com doença, mobilidade reduzida ou com necessidades especiais para “evitar que se exponham” e para “que não se sintam abandonados”.

Na quinta-feira foram já realizados três pedidos para medicação, alimentação e produtos de higiene.

O comandante disse que foi feito um protocolo com a farmácia de Salto no sentido de agilizar o processo e para que não falte medicação.

“Este serviço terá sempre de respeitar a nossa atividade operacional. O socorro estará sempre salvaguardado”, frisou.

Hernâni Carvalho referiu ainda que os bombeiros estão a servir “de ponte” entre os emigrantes e os seus familiares: “para que os que estão lá foram possam pedir apoio e assistência para aqueles que estão cá sozinhos”.

Um pouco por todo o distrito organizações como a Cruz Vermelha estão no terreno e vários grupos de jovens também se estão a mobilizar para ajudar os mais fragilizados nesta altura que as preocupações aumentam por causa da Covid-19.

Em Vidago, concelho de Chaves, Diogo Lopes, de 23 anos, e João Almeida, 25 anos, estão prontos para irem levar bens essenciais à população de maior risco que resida nesta vila e nas aldeias envolventes.

“Como todos sabem vivemos dias que nunca pensamos vir a viver, são tempos difíceis que vão ficar marcados nos livros de história das próximas gerações. Contudo não podemos pensar só em nós, não devemos pensar só em nós”, referiram os jovens.

Diogo está desempregado e João trabalha no casino de Chaves, que está fechado. “É importante garantir a segurança e o bem-estar da nossa população tendo em conta a grande percentagem dentro do chamado grupo de risco”, referiu Diogo Lopes.

O voluntariado destes jovens começou na quinta-feira e irá prolongar-se até que a pandemia provocada pela Covid-19 esteja controlada.

O município de Ribeira de Pena lançou o projeto social de emergência “Todos por Todos” com o objetivo de levar bens essenciais aos grupos de risco, ou seja, pessoas com mais de 60 anos ou doentes crónicos sem retaguarda familiar.

A Câmara do Peso da Régua ativou uma linha de apoio que estará sempre em funcionamento e que irá garantir o encaminhamento dos pedidos de ajuda, través do Espaço Solidário.

O município de Alijó criou um Gabinete de Crise para articulação de operações com todas as entidades e garantir a entrega alimentos e medicamentos à população em situação de vulnerabilidade social.

Em concelhos como Chaves, Boticas, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real, as câmaras articularam-se com as juntas de freguesia para a prestação do apoio

A Junta de Mateus, Vila Real, lançou ainda o alerta aos mais idosos e desprotegidos para que não abram a porta a estranhos, mesmo que se apresentem de bata branca e se ofereçam para fazer testes para a Covid-19.

 

Existem campanhas de angariação de fundos a decorrer com a VAMOS TODOS FICAR BEM

O lema é conhecido: juntos somos mais fortes. É preciso a ajuda de todos. Em primeiro lugar, evitem o contacto social, fiquem em casa, e em segundo, com o crescimento exponencial desta pandemia, e sendo os recursos escassos, pedi-mos o vosso contributo.

Todos os bens e fundos adquirimos serão revertidos para o SNS, e assim ajudar os nossos profissionais de saúde. E acreditem, tudo ficará bem!

 

A Youth Academy (YA) nasceu em 2019, em Vila Real, através de um grupo de jovens das mais variadas áreas de estudo e correntes políticas também lançou um programa que visa apoiar os jovens do interior neste momento extraordinário para a sociedade, através da rubrica “Interior em Quarentena”, que terá dois formatos: • “Direto de Interior” e • “Quarentena pela Janela”. Este é o monento dos jovens se reenventarem. 

24/03/2020

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Coronavirus Coronavirus

Mais um morto sobe para 100. Número de casos de Covid-19 em Portugal sobe para 5170

Medidas de contenção estão a funcionar. Pico de Covid-19 será no final de maio

infetados...5170

em analise ...4938

c.intensivos...89

mortos ...100

recuperados...43

+80-anos...493

detidos...39

As medidas de contenção "estão a ser efetivas" na redução da curva de número de infetados por Covid-19, revelou, este sábado de manhã, a ministra da Saúde, Marta Temido. Com o achatar da curva, expressão utilizada nos últimos dias para referir o objetivo das medidas de isolamento social, o pico da epidemia está agora previsto para o "final de maio".

Continuamos a estimar que venhamos a ter um número elevado de casos", sublinhou Marta Temido, que demonstrou preocupação com a rede de cuidados continuados, onde se encontram os mais vulneráveis ao novo coronavírus. Para instituições que trabalham com os mais idosos (taxa de letalidade da doença acima dos 70 anos é de 7,9% e no resto da população é de 1,9%), a ministra apelou a voluntários com conhecimentos técnicos, que possam prestar auxílioontualmente, em caso de incapacidade dos cuidadores habituais.

"Esta situação coloca uma enorme pressão sobre o sistema de saúde português, pelo que é necessário fazer o que está ao nosso alcance reduzir a transmissão", explicou a ministra na conferência de imprensa diária, este sábado de manhã, depois da revelação do boletim diário da DGS, em que se comunica a existência de 100 óbitos relacionado com Covid-19. Sobre o período da Páscoa, que se avizinha, Marte Temido insistiu que terá de ser celebrada de forma diferente do habitual, para travar novos contágios, em situações de convívio familiar.

Projeções a uma semana, que são usadas para planear e prever o impacto da doença, são ajustadas diariamente e indicam que todas as medidas de contenção social estão a abrandar a curva, explicou Graça Freitas, diretora-geral de Saúde. "Não sabemos a semana" em concreto, mas tudo aponta para que o pico da curva seja no final de maio.

"O que sabemos é que não vai ser um dia apenas. Vai ser um planalto com casos semelhantes durante vários dias", explicou, salientando que

os dados são úteis para preparar o sistema de saúde.

"Foram feitas projeções iniciais" e é provável que os números semanais sejam superiores a essa projeções, mas são superiores "controlados", disse Graça Freitas. "Temos de estar preparados provavelmente para um número superior de casos", já que aprendemos com a China, sendo feitas projeções com bases nessa realidade, mas existem também também novos dados

Mais de 40 mil testes

A ministra da Saúde revelou que Portugal fez mais de 40 mil testes desde o início de março e até à última quinta-feira, assumindo que nos últimos dias terá sido pedido a alguns doentes que aguardassem em casa até serem chamados para realizar o despiste de Covid-19, devido à falta momentânea de zaragatoas ou reagentes.

Sobre a compra de material, foi anunciada a chegada de 60 mil testes e de equipamentos de proteção individual, que começam este sábado a ser distribuídos. Ainda assim, Marta Temido deixou um apelo à utilização criteriosa das "máscaras e outro equipamento", sabendo que o "mercado internacional enfrenta escassez".



28/03/2020

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